Guardar dinheiro é investir? Veja o que muda entre as duas opções
Para muitas pessoas, guardar dinheiro é como colocar uma meta no bolso. Porém, embora separado e disponível, o destino dado ao recurso é o que pode, de fato, fa...
Para muitas pessoas, guardar dinheiro é como colocar uma meta no bolso. Porém, embora separado e disponível, o destino dado ao recurso é o que pode, de fato, fazer a diferença ao longo do tempo. A partir disso, poupar e investir tomam rumos diferentes, principalmente, quando entram em jogo fatores como rentabilidade, liquidez e o objetivo para o qual o valor foi separado.
Gerente da Agência Sicoob, em Cabo Frio, na Região dos Lagos, Rebeca Cristina Valdo Thomaz explica que, deixar o dinheiro parado, sem qualquer aplicação ou rendimento, faz com que o saldo permaneça o mesmo. Porém, considerando a diminuição da capacidade de compra com o passar dos meses, é aconselhável que esta decisão seja reavaliada.
“Os preços variam por conta da inflação, enquanto o dinheiro permanece no mesmo lugar. Sendo assim, os R$ 500 de hoje não necessariamente terão o mesmo poder de compra daqui a algum tempo. É uma perda que nem sempre é percebida na conta, mas sentida diretamente durante uma ida ao mercado ou pagamento de alguma despesa”, exemplificou.
Gerente da Agência Sicoob, em Cabo Frio, na Região dos Lagos, Rebeca Cristina Valdo Thomaz
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O dinheiro na conta corrente normalmente é mantido pela praticidade e disponibilidade para as movimentações do dia a dia, enquanto a poupança é considerada um investimento simples, com regras próprias de remuneração e liquidez. Para Rebeca, há também alternativas no mercado, cada uma com características próprias de rentabilidade, prazo, liquidez e risco.
“Entender o destino que será dado ao dinheiro é fundamental para definir a opção mais adequada, transformando o esforço de economizar em um plano concreto, sendo possível estabelecer objetivos e acompanhar o progresso. Não existe uma única opção de investimento que seja a mais adequada para todas as pessoas e situações”, afirma.
No Sicoob, a educação financeira estimula o associado a compreender seus próprios objetivos, avaliando assim, alternativas de investimentos e condições que podem variar de acordo com o produto, o valor e o período da aplicação. Entre as principais modalidades disponíveis, estão Renda Fixa, Fundos de Investimentos e Renda Variável.
“O mais importante é que o cooperado tenha a orientação necessária para tomar uma decisão consciente e não simplesmente escolher uma aplicação sem entender como ela funciona. Entendemos que não é preciso ter muito dinheiro para começar e nem é preciso esperar juntar uma grande quantia. Respeitar a própria realidade financeira e criar o hábito de investir regularmente é o que importa”, destacou a gerente do Sicoob.
Ainda segundo Rebeca, investir não significa necessariamente deixar o dinheiro preso. A organização financeira pode combinar valores disponíveis para emergências, com aplicações voltadas a objetivos de médio e longo prazo. “Se poupar é o primeiro passo, planejar como e quando utilizar o que foi acumulado também faz parte da decisão”, concluiu.
Agência Sicoob, em Cabo Frio, na Região dos Lagos
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Sobre o Sicoob
Instituição financeira cooperativa, o Sicoob reúne mais de 10,2 milhões de cooperados e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Oferece um portfólio completo de soluções financeiras, incluindo conta corrente, crédito, investimentos, cartões, previdência, consórcios, seguros, cobrança bancária e meios eletrônicos de pagamento. Para conhecer mais, acesse https://www.sicoob.com.br/.
O sistema regional Sicoob ES reúne 217 pontos de atendimento, mais de 1,2 milhão de cooperados e atuação no Espírito Santo, Rio de Janeiro, Bahia (nas cidades de Salvador, Lauro de Freitas, Ilhéus, Itabuna e Santa Luzia), além de São José dos Campos (SP). Conheça mais em https://www.comunidadesicoob.com.br/.